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Primeira Clínica da América Latina a realizar o OSCAR

OSCAR

Na CSD - Clínica Som Diagnósticos a mãe pode realizar o ultrassom do primeiro trimestre com a medida da translucência nucal (TN), a avaliação do osso nasal e o exame no sangue materno do Beta hCG livre e da PAPP-A, em uma única visita à Clínica com o resultado na hora, realizando o OSCAR (one stopclinic assessment of risk), ou seja, a avaliação do risco em uma única visita à clínica, com taxa de deteção da Síndrome de Down e outras Síndromes em até 95%,como somente é realizado em Londres, no Kings College e na Fetal Medicine Foundation

A CSD - Clínica Som Diagnósticos, através de seu médico responsável, Dr. Eduardo Nassar, possui a Certificação da Fetal Medicine Foundation London, para o exame de ultrassom do primeiro trimestre com cálculo de risco de síndromes baseado em 100.000 pacientes estudadas pela FMF – London, e utiliza o Software ASTRAIA, um programa completo de acompanhamento gestacional, certificado pela Fetal Medicine Foundation London.

Possui ainda o DELFIA EXPRESS da Perkin Elmer, vindo da Finlândia, um aparelho específico para realizar a dosagem no sangue materno do Beta hCG livre e da PAPP-A (proteína plasmática A) no primeiro trimestre e segundo trimestre a Alfa feto proteína, com o Software Life Cycle que realiza os cálculos de riscos para síndromes, sendo a pioneira na América Latina a realizar o OSCAR (One Stop Clinic Assessment for Fetal Anomalies).

Informações aos Pacientes:

Rastreamento Combinado no 1º Trimestre:

O método de rastreamento feito no primeiro trimestre permite fazer uma avaliação em todas as mulheres gestantes nos períodos entre 11ª e a 13ª semana + 6 dias.
O método de rastreamento no 1º trimestre envolve a medição da translucência nucal e da avaliação da presença do osso nasal através da ultrassonografia, associada ao exame de sangue com dosagem no sangue materno doβ-hCG livre e da PAPP-A (proteína plasmática A), juntamente com a idade dapaciente, para se obter o risco de ter um bebê com Síndrome de Down ou outras anomalias cromossômicas.

A Medida da TranslucênciaNucal (TN):

A medição da TN é feita pela ultrassonografia entre a 11ª ea 13ª semanas + 6 dias de gestação, no qual uma prega com líquido localizado na nuca do feto (chamado de translucência nucal) é medida. Todos os fetos apresentam esse líquido, mas em algumas gestações com problemas, este líquido tende a aumentar e a translucência fica anormalmente aumentada.

O que mais o Ultrassom do primeiro semestre pode detectar?

Confirmação da vitalidade fetal.

  • A datação da gravidez (idade gestacional bastante precisa nesta fase).
  • Estudo da morfologia fetal.
  • Diagnóstico de gestação gemelar.
  • Diagnóstico precoce de malformações fetais graves e de gestações múltiplas.
  • Presença do Osso Nasal (que nos casos de síndromes pode estar ausente ou hipoplásico).

O Exame do SangueMaterno:

O Exame do sangue materno dosa duas substâncias: PAPP-A(Proteína Plasmática A) e o β-hCG livre, que são normalmente encontrados no sangue de qualquer mulher grávida. Por exemplo, em gestações com Síndrome de Down, há uma tendência dos níveis de β-hCG livre aumentarem e de níveis de PAPP-A diminuírem.

Como os Resultados do OSCAR são interpretados?

Os resultados dos testes de rastreamento realizados durante a gestação, determinam o risco específico para cada paciente. Quando o risco forde 1/300 ou maior sugere-se um teste diagnóstico mais invasivo.

  • - Risco alto ou “rastreamento positivo”. É quando o risco estimado é igual ou maior que 1/300.
  • - Risco baixo ou “rastreamento negativo”. É quando o risco estimado é igual ou menor que 1/300.

O rastreamento combinado feito no 1º trimestre detecta aproximadamente 95% das gestações com Síndrome de Down, trissomia 18 3 13

Teste Diagnóstico Invasivo:

A amniocentese ou a biópsia do vilo corial permite a análise detalhada dos cromossomos do feto. A biópsia do vilo corial é feita no período entre a 11ª e 13ª semana, a amniocentese é feita após a 15ª semana de gestação.
Esses procedimentos são considerados “invasivos”, com risco de aproximadamente 1/200 casos, mesmo quando a gestação não apresenta nenhum problema.
A maioria das mulheres submetidas à amniocentese ou à biópsia do vilo corial não apresenta complicações durante o procedimento da coleta e recebe resultados satisfatórios.

A Ultrassonografia Morfológica entre a 18ª e a 23ª semana:

A ultrassonografia morfológica entre a 18ª e 23ª semana é recomendada para todas as mulheres grávidas.
Esse rastreamento é usado para avaliar o crescimento e o desenvolvimento do feto, estudar detalhadamente a morfologia fetal e para rastrear malformações fetais.
Quando a medida da TN está aumentada é recomendada uma avaliação detalhada do coração do feto, insto deve-se ao fato de problemas cardíacos estarem associados à TN aumentada, sendo recomendada a ecocardiografia fetal.

Benefícios do OSCAR:

Um rastreamento mais precoce que proporciona tranqüilidade para as pacientes
Para todas as pacientes é calculado, de forma individual, um risco que é mais preciso do que aquele baseado somente na idade materna. Essa informação permite uma avaliação mais correta da necessidade de um teste diagnóstico invasivo.
É impossível o diagnóstico precoce de malformações fetais graves e de gestações múltiplas já no momento da medição da TN.

 

Informações aos Médicos:

Marcadores Ultrassonográficos de Anomalias Cromossomicas entre 11-13+6 semanas.

A medida ultrassonográfica da translucência nucal (TN), obtida no período compreendido entre 11–13+6semanas de gestação e associada à idade materna, oferece um método eficaz de rastreamento da trissomia do cromossomo 21; para uma taxa de teste invasivo de 5%, cerca de 75% das gestações acometidas pela cromossomopatia podem ser identificadas. A inclusão das concentrações séricas maternas da fração livre do Beta-hCG e da PAPP-A (proteína plasmática A associada à gestação), obtidas entre 11–13+6 semanas, permite a detecção de anomalias cromossômicas em 85% a 90% dos casos. Em 2001, observou-se que, em 60% a 70% dos fetos com trissomia do cromossomo 21, o Osso Nasal (ON) não era visível ao exame ultrassonográfico entre 11–13+6 semanas. Resultados preliminares sugerem que esse achado, associado à medida da TN e à avaliação bioquímica do soro materno, possa aumentar a taxa de detecção da Síndrome de Down para mais de 95%. Além do seu papel na avaliação do risco de trissomia do cromossomo 21, a medida da TN também pode contribuir para a detecção de outras anomalias cromossômicas, de malformações cardíacas, de displasias esqueléticas e de síndromes genéticas. Outros benefícios do exame ultrassonográfico entre 11–13+6 semanas incluem a confirmação da vitalidade fetal, a datação da gravidez, o diagnóstico precoce de malformações fetais graves e de gestações múltiplas. O exame ultrassonográfico no primeiro trimestre da gravidez também oferece a possibilidade de determinação da corionicidade, principal fator determinante do prognóstico em gestações múltiplas. Como na introdução de qualquer nova tecnologia na prática clínica, é essencial que aqueles que irão realizar este exame sejam adequadamente treinados e que seus resultados sejam submetidos a auditoria. A Fetal Medicine Foundation introduziu o processo de treinamento para a realização do exame ultrassonográfico no primeiro trimestre com emissão do respectivo certificado, a fim de facilitar o estabelecimento de um alto padrão nessa prática, em âmbito internacional. O Certificado de Competência no exame ultrassonográfico entre 11–13+6 semanas é concedido aos ultrassonografias que conseguem realizar esse exame com alto padrão e demonstram bom conhecimento para diagnóstico e conduta quando da ocorrência das condições aqui relatadas.

Marcadores Bioquímicos no Soro Materno (fração livre do Beta-hCG e PAPP-A no Primeiro Trimestre.

No final da década de 80, foi introduzido um novo método de rastreamento que leva em consideração não somente a idade materna, mas também a concentração de vários produtos feto-
placentários na circulação da mãe. Na 16ª semana de gestação, a concentração sérica média materna de alfa-fetoproteína (AFP), estriol não-conjugado (uE3), hCG (total e fração livre) e inibina- A em gestações com trissomia do cromossomo 21 é significativamente diferente do normal para permitir o uso de combinações ou de todas as substâncias para selecionar um grupo de alto risco. Esse método de rastreamento é mais eficaz do que considerar a idade materna isoladamente, pois com a mesma taxa de teste invasivo (cerca de 5%), identificam-se 50% a 70% dos fetos acometidos pela trissomia do cromossomo 21. Nos anos 90, introduziu-se o rastreamento da Síndrome de Down pela combinação da idade materna com a medida da TN entre 11-13+6 semanas de gestação. Esse método tem-se mostrado eficaz na identificação de cerca de 75% dos fetos acometidos, para uma taxa de resultado falso positivo de aproximadamente 5%. Subseqüentemente, a idade materna e a medida da TN foram associadas a marcadores bioquímicos em soro materno (fração livre do b-hCG e PAPP-A) no primeiro trimestre, identificando-se 85% a 90% dos fetos acometidos. Ademais, o desenvolvimento de novos métodos laboratoriais, que permitem a dosagem desses marcadores no intervalo de 30 minutos a partir da coleta de sangue, tornou possível a introdução da clínica. Em 2001, observou-se que, em 60% a 70% dos fetos com trissomia do cromossomo 21, o osso nasal não era visível ao exame ultrassonográfico entre 11-13+6 semanas da gestação. Resultados preliminares sugerem que esse achado pode aumentar a taxa de detecção da síndrome para mais de 95%, quando associado à medida da TN e dosagem de marcadores bioquímicos.

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